A bola da vez: a Língua Inglesa e o mercado de trabalho


Postado em 23/02/2018



Nem sempre é fácil aprender uma nova língua: é preciso paciência, dedicação e tempo. Mas muitos brasileiros têm investido nisso, de olho nas boas oportunidades de trabalho que surgem.
 
Isso porque as multinacionais geralmente exigem inglês de nível avançado ou fluente em qualquer processo seletivo mais rigoroso e, em um cenário em que há defasagem neste quesito, quem tem domínio do idioma possui um diferencial e tanto. 
 
Para Stephan Hughes, Mestre em Linguística (UFRJ) e professor do curso de Pós em Ensino de Língua Inglesa da Estácio, hoje, o conhecimento do inglês serve muito mais como instrumento de trabalho do que apenas como comunicação para o dia-a- dia. E seu uso ocorre no contato com as outras pessoas, que se dá muitas vezes de forma espontânea. Vale dizer que a busca por novas literaturas e por um conteúdo rico, além do diálogo com profissionais de diversos países são atitudes que podem abrir muitas portas rumo ao conhecimento.  

O empenho e a dedicação começam na escola

Em relação à dificuldade que muitos brasileiros expressam quanto ao aprendizado, Hughes afirma, sem titubear, que ela acontece quando o aluno se coloca para baixo. “Falta confiança e segurança. Antes de prestar uma prova para qualquer exame de certificação ou proficiência, há o receio em falhar... E isso é justamente o que não pode ocorrer”, afirma.
 
Porém esse não é o único problema. Talvez o maior seja, justamente, a maneira como o ensino da língua inglesa é colocado já em sala de aula. O docente considera que o próprio sistema de avaliação dos estudantes nas escolas municipais, estaduais e particulares é que deve mudar, com novas estratégias para uma educação mais integrada. “No Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), por exemplo, a prova de inglês exige apenas interpretação de texto. Isso não é suficiente. A avaliação tem mesmo que ser modificada”, pondera.
 
Tanto é verdade que a pesquisa “O ensino do inglês na educação pública brasileira”, realizada pelo British Council e pelo Plano CDE, apresenta o seguinte dado: não há uma maneira de testar o aprendizado de maneira padronizada - a única prova comum é o Enem, mas são apenas cinco questões de língua estrangeira (inglês ou espanhol), num total de 180.
 
Stephan Hughes bate em uma tecla muito interessante, a de que, nos dias atuais, a educação tornou-se um objeto de consumo rápido e fugaz. No entanto, o que não deve ser esquecido é que qualquer estudo mais aprofundado precisa vir acompanhado de disciplina.
 
E é esta disciplina que deve se fazer presente para uma formação continuada, quando se fala da preparação de professores e docentes. No caso daqueles que lecionam inglês, a especialização  é essencial e precisa se fazer presente. “ O profissional tem de buscar o sentido de novas palavras e expressões para consolidar o conhecimento que possui, passar isso adiante aos seus estudantes, em suas palestras, traduções e aulas realizadas”, conclui.
 
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