Brasil precisa melhorar proficiência do inglês


Postado em 09/11/2017



O Brasil se destacou por uma diferença positiva, no que se refere ao domínio e fluência na língua inglesa. Isso se deu há 5 anos, desde que o país obteve salto de qualidade na avaliação de proficiência da língua. Após este fato, o Brasil se manteve estagnado, segundo os dados da edição 2017 do Índice de Proficiência em Inglês (EPI, na sigla em inglês) divulgado pela EF Education First, empresa de educação internacional especializada em intercâmbio.
 
Nos anos entre 2016 e 2017, o Brasil registrou um ligeiro aumento e atingiu seu mais alto índice na história, de 50,66 para 51,92. Mas ele não está muito acima do nível de 2015, que foi de 51,05.
 
Considerando os demais países, hoje constata-se que o Brasil caiu da 40ª para a 41ª posição, e ficou ligeiramente acima do índice médio da América Latina, que neste ano chegou a 51,47. Porém, o país ficou abaixo da pontuação média mundial, de 53,18 pontos, e dos países africanos (52.28).
 
Último dos Brics
 
Pela segunda vez consecutiva, o Brasil ficou na última posição entre os Brics, atrás da África do Sul, da Índia, da China e da Rússia.
 
Essa edição é a primeira em que a África do Sul, onde o inglês é uma das línguas oficiais, foi incluída no ranking. Na Índia, o inglês também é uma das duas línguas oficiais usadas pelo governo em âmbito nacional, mas há mais de 20 línguas reconhecidas oficialmente. 
 
 

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