Os efeitos da fisioterapia em pacientes cardíacos e sedentários


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A prática de exercícios físicos pode ser um desafio para quem tem problemas cardíacos e pulmonares. Até mesmo atividades simples do dia a dia, como fazer faxina e subir escadas, podem ser um desafio e vir a ocasionar fadiga e falta de ar. Dessa forma, a fisioterapia cardiopulmonar, também conhecida como reabilitação cardiopulmonar, busca melhorar a qualidade de vida do paciente, promovendo maior resistência cardiorrespiratória e o bem-estar em atividades físicas.

A reabilitação cardiopulmonar consiste em um grupo de ações multidisciplinares nas áreas de cardiologia, pneumologia, fisiatria, nutrição e enfermagem. Entretanto, o foco da fisioterapia está na prática de exercícios físicos que buscam aperfeiçoar a capacidade funcional do coração. Essa modalidade é bastante indicada para o controle de fatores de risco em pacientes com problemas cardiovasculares e com hipertensão. Durante asações físicas, a carga de exercícios ergométricos é reforçada progressivamente, conforme o paciente apresenta evolução e maior resistência física; porém, nunca deveir além da capacidade suportada pelo paciente.

Essa modalidade da fisioterapia é especialmente recomendada para fumantes, sedentários, diabéticos, obesos, pessoas com colesterol alterado ou com sobrepeso, e indivíduos que vivem sob estresse físico e emocional. É importante ressaltar que, para o tratamento surtir os efeitos desejados, é necessário que o paciente esteja disposto a abandonar hábitos prejudiciais ao sistema cardiopulmonar, como consumo excessivo de sal e gordura, tabagismo e estresse.

Dados do Ministério da Saúde alertam que, no Brasil, 34 pessoas morrem de doenças cardiovasculares por hora. O mesmo estudo também aponta que a hipertensão afeta um a cada quatro adultos no país. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 16 milhões de brasileiros são diabéticos. A OMS também aponta que a incidência da doença cresceu 61,8% nos últimos dez anos.

A fisioterapia cardiopulmonar surge como uma alternativa de prevenção e tratamento para essas doenças, aliada ao diagnóstico de um profissional de saúde e ao tratamento com medicação prescrita. Estudos mostram que a reabilitação cardiopulmonar pode reduzir em até 30% o risco de novos acidentes cardiovasculares, além de promover a melhora do condicionamento físico, diminuir os níveis de glicemia, reduzir a pressão arterial,promover maior flexibilidade e força muscular, e o bem-estar.

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