Dietas ricas em proteínas, também conhecidas como hiperproteicas, vêm ganhando cada vez mais adeptos. Esse tipo de alimentação com grande quantidade de proteínas é popular por acelerar a perda de peso e o ganho de massa muscular, além dos benefícios destes nutrientes, que têm importante função na formação de células e na renovação de músculos e tecidos. Por outro lado, dietas hiperproteicas vêm despertando a atenção de especialistas de saúde, uma vez que as proteínas geram a excreção de ureia.

O consumo excessivo desses nutrientes pode vir a sobrecarregar os rins, aumentando sua taxa de filtração, o que acelera o progresso de possíveis doenças renais. Além disso, se o indivíduo consome muita proteína e não mantém o corpo hidratado adequadamente, o excesso da excreção de ureia possibilita a formação de cristais de ácido úrico, cálculos renais e até mesmo crise de gota.

O risco é ainda maior entre pessoas predispostas a doenças nos rins ou com histórico familiar de doença renal. É necessária atenção na alimentação, uma vez que os sintomas de doenças renais são silenciosos. Além disso, o consumo excessivo de proteínas pode também gerar aumento de risco de doenças cardiovasculares, pedras nos rins e problemas no fígado.

Para evitar esse tipo de risco, especialistas destacam a necessidade de dietas balanceadas, sem excessos. Também é necessário realizar exames preventivos periodicamente e consultar a quantidade ideal de nutrientes para cada dieta com o acompanhamento de um especialista em nutrição.

Por meio de uma dieta equilibrada, é possível consumir a quantidade ideal de nutrientes, entre os quais proteínas, carboidratos, vitaminas e lipídios, de que o corpo precisa para funcionar regularmente. A proteína animal encontra-se principalmente em carnes, ovos, leite e queijos. Também é possível encontrar proteína vegetal em ervilhas, feijão e soja.

 

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